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19 de janeiro de 2015

GFK AJUSTA RETOQUES PARA INICIAR PESQUISA DE AUDIÊNCIA NA TV BRASILEIRA

Abril promete ser um mês interessante para a TV brasileira. Não se trata de nenhum programa a ser lançado no período ou a contratação de algum nome de peso no cenário artístico da telinha. Nada disso, a grande vedete será a própria televisão como veículo de comunicação, sob o aspecto da audiência.

A mídia que mais atrai anunciantes será colocada à prova, com a entrada em atividade do novo instituto de pesquisas, GfK, de origem alemã. Iniciando seu trabalhos no Brasil, a empresa tem contratos assinados com Band, SBT, Record e RedeTV!, inicialmente. A mais poderosa emissora televisiva do país preferiu ficar de fora e não assinou com a GfK.

Dessa forma, para a Globo, só existirá o IBOPE. Resta saber se o mercado publicitário também vai pensar assim. O fato é que a partir de abril, teremos um ‘duelo’ adicional entre as emissoras. Além de tentarem atrair o público com suas atrações, elas manterão um embate através do confronto do IBOPE com os números do novo instituto.

Até que os responsáveis pelas duas pesquisas encontrem uma ‘fórmula’ justificável para as disparidades (que vão existir, sem dúvida), o mercado terá uma ótima oportunidade para verificar se os números globais são tudo isso que o IBOPE apura. Como a ‘briga’ entre os dois institutos não é saudável para eles mesmos, a justificativa para as eventuais diferenças apuradas por ambos, deverá ser convincente ou a própria credibilidade das pesquisas será colocada em xeque.

GFK IBOPE Além disso, se GfK e IBOPE apurarem números muito semelhantes, a lógica aponta para o rompimento de contrato das emissoras com pelo menos um instituto. Afinal, qual a razão de pagar por duas pesquisa iguais, feitas por empresas diferentes? O instituto que convencer o mercado sobre a lisura, a técnica e a exatidão de sua pesquisa vai conquistar maior credibilidade, enquanto o outro terá que ‘enfiar a violinha no saco’ e sair do ramo. Isso não interessa a nenhum dos dois.

Como há muitos interesses comerciais envolvidos nessa disputa, inclusive e principalmente por parte das emissoras, será interessante analisar a ‘dança dos números’. Vai ser uma boa oportunidade para verificarmos qual a frente de batalha é mais eficiente para determinar a vitória desta ou daquela emissora. A ‘luta’ de bastidores ou o ‘mano a mano’, na telinha?

Outro efeito, com certeza, deverá ser notado. Finalmente, a população talvez seja capaz de tirar uma velha dúvida: pesquisador de audiência existe de verdade? Mas essa já é outra história…

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GfK deve iniciar os trabalhos em abril e poderá mostrar um novo panorama na luta pela audiência da televisão brasileira. Veja no link “TVs assinam com rival do Ibope e deixam Globo sozinha(Fonte: Ricardo Feltrin - UOL)